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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Obesidade

Mäyjo, 26.05.20

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A obesidade é o maior problema de saúde na atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais.
Na China, o país mais populoso do mundo, estimativas revelam que o percentual de obesos já atingiu 15% da população, enquanto que o percentual de subnutridos é de 11%. A agravante é que à medida que diminui o percentual de subnutridos, aumenta o de obesos. 
Nos EUA, pesquisas mostram que 30% dos americanos são obesos, mas esse número provavelmente deve ser maior, cerca de 50%, isto porque os americanos têm critérios avaliativos pouco rígidos, diferentes dos critérios mais rígidos dos europeus. 
Na Europa e Japão a obesidade atinge 20% da população. 
As principais causas da obesidade é o alto consumo de alimentos não saudáveis, sedentarismo e consumo de alimentos industrializados. 
A OMS (Organização Mundial de Saúde) criou um termo chamado “globesidade” decorrente das mudanças ocorridas no processo de globalização. Mas esse problema não se restringe aos ricos e à classe média, é também problema dos pobres.

Uma em cada cinco crianças no mundo não recebe vacinação de rotina

Mäyjo, 09.12.15

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou ontem que uma em cada cinco crianças no mundo não recebe as vacinas de rotina e que anualmente um milhão e meio de menores morre de doenças contra as quais existe vacinação.

“Um total de 18,7 milhões de crianças com menos de um ano não receberam a vacina contra a difteria, como recomendamos”, disse o responsável pelo departamento de vacinação da OMS, Philippe Duclos.

A agência das Nações Unidas manifestou ontem a sua preocupação face à corrente que defende a não utilização de vacinas, um dos aspetos que dificulta as metas mundiais de imunização.

Para o responsável, não é possível traçar o perfil das pessoas que recusam a vacinação com base em parâmetros como a classe social, escolaridade, nacionalidade ou origem étnica

De acordo com Philippe Duclos, um alto nível de educação não significa a aceitação automática das vacinas.

Também não depende do nível socioeconómico do país, segundo frisou o responsável, que recordou um caso registado numa região do Reino Unido, onde várias pessoas defendiam que certas vacinas provocavam graves doenças neurológicas nas crianças.

O representante da OMS também mencionou um caso mais recente verificado em França, onde também existiu uma corrente contra a vacina da hepatite B.

Philippe Duclos explicou que a recusa da vacinação pode ser atribuída a vários fatores, como as crenças baseadas em mitos, a desinformação, a desconfiança face aos profissionais de saúde e ao sistema sanitário, a influência dos líderes comunitários, os custos e as barreiras geográficas.

O medo de agulhas também pode funcionar como um impedimento. Sobre este aspeto, a OMS vai publicar em breve um conjunto de recomendações para atenuar a dor no momento da injeção.

“Não existe uma estratégia única, mas poderá passar pela participação de líderes influentes para promover a vacinação junto das comunidades, pela mobilização social, pelos meios de comunicação, bem como pela criação de melhores acessos à vacinação”, disse o perito.

A taxa de vacinação a nível mundial é atualmente de 86% e o objetivo da OMS é chegar aos 90% até ao final deste ano.

LISBOA MELHOROU A QUALIDADE DO AR

Mäyjo, 26.04.15

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A qualidade do ar na cidade de Lisboa tem melhorado, segundo dados  recolhidos entre 2008 e 2014 nas seis estações de monitorização da capital, sendo a zona da Avenida da Liberdade a apresentar piores resultados.

À margem de uma sessão sobre “Qualidade do Ar na Cidade de Lisboa”, organizada pela Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia-Ambiente, que decorreu ontem no Centro de Informação Urbana de Lisboa, foi apresentada a evolução da qualidade do ar na cidade durante os últimos anos, bem como as diversas acções que têm sido levadas a cabo pelo município no sentido de minimizar as emissões poluentes.

Os dados apresentados pelo responsável do Departamento de Ambiente e Espaço Público (DAEP) da Câmara de Lisboa, João Pedro Santos, revelam “uma tendência clara de descida” dos valores de dióxido de azoto e das partículas em suspensão presentes no ar, ambos provenientes essencialmente do tráfego rodoviário.

A avaliação e a gestão da qualidade do ar ambiente em Lisboa são da competência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), que dispõe de seis estações fixas de monitorização: Avenida da Liberdade, Entrecampos, Santa Cruz de Benfica, Restelo, Olivais e Beato.

A estação de monitorização na Avenida da Liberdade é a que regista os dados mais negativos da cidade em termos de qualidade do ar, que apesar de uma melhoria gradual ao longo dos anos, apresenta ainda uma concentração média anual de dióxido de azoto que excede os limites estipulados pela União Europeia.

Segundo João Pedro Santos, a Câmara de Lisboa tem apostado, principalmente, em medidas de gestão e acalmia do tráfego rodoviário, através da definição e implementação de Zonas de Acesso Condicionado, Zonas 30 e Zonas de Emissões Reduzidas (ZER).

A assistir à secção, o vereador da Estrutura Verde e Energia, José Sá Fernandes, afirmou à agência Lusa que a qualidade do ar na cidade de Lisboa está “bastante melhor”, mas que o município vai “fazer mais”. “O grande problema é que isso não depende só de nós [Câmara de Lisboa], depende muito dos transportes públicos”, disse o vereador, justificando a luta do município contra a privatização dos transportes.

De acordo com o agregador O Meu Bem Estar, a Câmara de Lisboa pretende ter a gestão dos transportes públicos da cidade para poder implementar “uma serie de medidas, não só para a mobilidade, mas para tirar mais carros da rua e para oferecer melhor serviço às pessoas”, garante o vereador José Sá Fernandes.

Foto: Amina Tagemouati / Creative Commons

OS TRABALHADORES INVISÍVEIS DAS LIXEIRAS DO BANGLADESH

Mäyjo, 19.03.15

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O Bangladesh é o quarto país mais poluído do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde, e Dhaka está na lista de metrópoles que ma contribuem para este indesejado prémio. Como país em vias de desenvolvimento, o Bangladesh não tem uma verdadeira estratégia ou política de gestão de resíduos, pelo que imagens como as que partilhamos na fotogaleria são habituais no país.

A lixeira situa-se em Matuail, Dhaka, e recebe o lixo de três milhões e meio de habitantes. Segundo o fotógrafo italiano Cristiano Ostinelli, responsável pelas fotografias, quase todo o lixo é orgânico, pelo que o cheiro é horrível. “A lixeira é quase toda composta por lixo orgânico, pelo que o cheiro é horrível, parece vómito”, esclareceu ao Daily Mail.

Como noutras lixeiras de todo o mundo, são as crianças que procuram objectos de maior valor nesta montanha de resíduos. “É pavoroso ver as crianças, vestidas com roupas rasgadas e algo inexplicável nas mãos. É o Inferno na Terra”, continuou Cristiano Ostinelli.

Os trabalhadores de Mutuail ganham o equivalente a €0,95 por dia mas, incrivelmente, são melhor remunerados que muitos outros profissionais. Hoje, depois da ajuda do Governo japonês, o local deixou de ser uma lixeira de céu aberto e existe algum controlo e até coerência no tipo de resíduo depositado. Todo este trabalho foi feito com Mutuali a receber 1500 toneladas de lixo por dia.

O trabalho mais duro do mundo?

AS CIDADES COM MELHOR E PIOR QUALIDADE DE VIDA DO MUNDO

Mäyjo, 05.03.15

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Viena, capital da Áustria, é a cidade com melhor nível de qualidade de vida no mundo, de acordo com o estudo Quality of Living 2015, da Mercer. Na verdade, as cidades europeias dominam o topo da lista de urbes com melhor qualidade de vida, em conjunto com algumas das maiores cidades da Austrália e da Nova Zelândia. Zurique, Auckland e Munique (Alemanha) ocupam o segundo, terceiro e quarto lugares, respectivamente. Na quinta posição surge Vancouver (Canadá), a primeira cidade norte-americana a surgir no ranking e a única desta região a integrar os primeiros 10 lugares desta classificação.

O 6º lugar foi atribuído a Dusseldorf (Alemanha), o 7º a Frankfurt (Alemanha) e o resto do top ten completa-se com Genebra (Suíça), Copenhaga (Dinamarca) e Sydney (Austrália) – veja galeria com o top 10 no final desta notícia.

A primeira cidade asiática a integrar o ranking é Singapura, no 26º lugar. O Dubai surge como o primeiro representante de toda a região do Médio oriente e África, na 74ª posição. De todas as cidades da América do Sul, a primeira a surgir neste ranking é Montevidéu, no Uruguai (78º).

Lisboa aparece classificada em 41º lugar do ranking. A capital portuguesa consegue subir dois lugares no ranking, relativamente ao ano passado, posicionando-se imediatamente acima de cidades como Chicago (43º) e Nova Iorque (44º). Relativamente a Lisboa, os pontos onde se apresenta melhor em termos absolutos são sobre os itens relativos ao ambiente económico, ao ambiente sócio-cultural e disponibilidade de bens de consumo.

Por outro lado, onde se qualifica pior é no congestionamento de tráfego, facilidades aeroportuárias e poluição atmosférica.

O estudo da Mercer tem periodicidade anual e o objectivo de auxiliar as empresas multinacionais e outras entidades empregadoras a remunerarem com justiça e rigor os colaboradores que sejam colocados em projectos internacionais, em alinhamento com as suas políticas e práticas de Mobilidade Internacional.

Dois dos incentivos mais comuns nas políticas de mobilidade das organizações são os subsídios de qualidade de vida e os prémios de mobilidade. Os subsídios de qualidade de compensam os expatriados por um decréscimo de qualidade de vida em relação ao seu país de origem. Por outro lado, um prémio de mobilidade compensa simplesmente a disponibilidade do colaborador para ser transferido e ir trabalhar noutro país.

Veja as cidades com melhor e pior qualidade de vida por continente.

 

Top 5 das cidades com melhor e pior qualidade de vida – América do Norte e Central
Regional Rank 2015Overall Rank 2015CityCountry
15VANCOUVERCANADÁ
215TORONTOCANADÁ
316OTTAWACANADÁ
424MONTREALCANADÁ
527SÃO FRANCISCOESTADOS UNIDOS
    
1 (pior da região)228PORT AU PRINCEHAITI
2193HAVANACUBA
3184TEGUCIGALPAHONDURAS
4173MANAGUANICARÁGUA
5172SAN SALVADOREL SALVADOR
    
Top 5 das cidades com melhor e pior qualidade de vida – América do Sul
Regional Rank 2015Overall Rank 2015CityCountry
178MONTEVIDEOURUGUAI
291BUENOS AIRESARGENTINA
393SANTIAGOCHILE
4107BRASÍLIABRASIL
5114ASSUNÇÃOPARAGUAI
    
1 (pior da região)179CARACASVENEZUELA
2156LA PAZBOLÍVIA
3131BOGOTÁCOLÔMBIA
4129QUITOEQUADOR
5127MANAUSBRASIL
    
Top 5 das cidades com melhor e pior qualidade de vida – Europa
Regional Rank 2015Overall Rank 2015CityCountry
11VIENAÁUSTRIA
22ZURIQUESUÍÇA
34MUNIQUEALEMANHA
46DÜSSELDORFALEMANHA
57FRANKFURTALEMANHA
    
    
1 (pior da região)189MINSKBIOELORRÚSSIA
2180TIRANAALBÂNIA
3176KIEVUCRÂNIA
4174PETERSBURGORÚSSIA
5167MOSCOVORÚSSIA
    
  

Top 5 das cidades com melhor e pior qualidade de vida– Médio Oriente e Ásia

Regional Rank 2015Overall Rank 2015CityCountry
126SINGAPURASINGAPURA
244TÓQUIOJAPÃO
347KOBEJAPÃO
449YOKOHAMAJAPÃO
558OSAKAJAPÃO
    
1 (pior da região)230BAGDADIRAQUE
2225SANA’AYEMEN
3220DAMASCOSÍRIA
4214DUSHANBETAJIQUISTÃO
5211DHAKABANGLADESH
 Top 3 Cidades Australásia
Regional Rank 2015Overall Rank 2015CityCountry
13AUCKLANDNOVA ZELÂNDIA
210SYDNEYAUSTRÁLIA
312WELLINGTONNOVA ZELÂNDIA
    
Top 5 das cidades com melhor e pior qualidade de vida – África
Regional Rank 2015Overall Rank 2015CityCountry
182PORT LOUISMAURÍCIA
285DURBANÁFRICA DO SUL
391CIDADE DO CABOÁFRICA DO SUL
494JOANESBURGOÁFRICA DO SUL
596VICTORIASEYCHELLES
    
1 (pior da região)229BANGUIREP. CENTRAL AFRICANA
2227KHARTOUMSUDÃO
3226N’DJAMENACHAD
4224BRAZZAVILLECONGO
5223KINSHASAREP. DEMOCRÁTICA CONGO

 

As 10 cidades com melhor qualidade de vida do mundo

Fotos: d26b73 / Thomas8047 / Jaafar Alnasser / matze_ott / tdlucas5000 / Bert Kaufmann / Matthias Ripp / Alexandre Duarte / Nelson L / paul bica / Creative Commons